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123Testando

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Postado por The analgesicool On 18:59 0 comentários
As primeiras representações do nu na arte surgiram na Grécia antiga. Os deuses e seres mitológicos em toda a sua perfeição e superioridade estimulavam aos homens às tentativas de se igualar aos mesmos.
As relações artísticas expõem, explodem e expressam sem pudores nas obras de pintores e escultores.. Nascia então a arte em sua mais verdadeira e pura essência: nua, sem precisar de roupas para ser bela e muitas vezes indiscreta para os padrões e sensos.














A base da vida, a natureza, as curvas e detalhes que estimulam as especulações e desejos sexuais humanos cada vez mais chamam atenção e novos Olhares para a arte que deslumbra vida, enquanto a vida começa nua.
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Postado por The analgesicool On 18:59 0 comentários
Confuso, dançante, experimental, eletrônico e talvez decepcionante.














O projeto musical de Ícaro Xavier[o Ferdnando], une batidas eletrônicas, piano, guitarra, teclado entre outras experimentações. A identidade na música e perceptível nas suas pretensões:

Doses de obscuridade e um certo “ar” de video game relembrando as melodias de jogos de antigos.[Com exceção da primeira música[It Was Once at The Old West ] do projeto gravada no ano passado]

Embora não seja totalmente perceptível as influências de sua música; ferdnando afirma que são os kraftwerk , Montage e Crystal Castles. Não esquecendo dos que mais influenciaram e foram responsáveis pelo projeto: Os franceses do Justice.
As experiências com a música começaram com duas “brincadeiras” o The Not What The Radio Played e o Set List Baby:












O The Not What The Radio Played é moldado por frequências sonoras e sintonias de radio
Dando a impressão de uma radio perdida procurando uma freqüência, seria como diz o titulo: O que a radio não tocou..Os sets vão de Chic a Yelle.. Tudo muito agitado, remixado, “mashupado”, livre de versões originais e sem pretensão de deixar ninguém parado.

Já o Set List Baby cheira a vintage e está perdido nos anos 70, 80 e 90... Os sets vão de músicas esquecidas da era disco e completamente dançantes.




O The Not What The Radio Played e o Set List Baby seriam ótimos projetos, mas apenas oferecem experiências como Disc jockey, diferente do atual eletroferdnando que esta resultando em identidade. Atualmente ferdnando trabalha em um Ep intitulado “Game Over”. A primeira e única faixa gravada até o momento possui o mesmo nome que sua banda de eletrorock: Alien freak!.
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Postado por The analgesicool On 18:58 0 comentários
Vibrantes, analgesicools, sintéticos e acima de tudo sem sono. Na companhia dos fones de ouvidos, mixers, laptos e softwares agitam a pista cuidadosamente sem deixar a "peteca cair". Entre cada troca de música se encontra um novo desafio para não perder o ritmo e desanimar o público que dançam e extravasam os mais diversos sentimentos. Uma tarefa muito difícil! Mas a quem diz que simplesmente os Djs não fazem nada, apenas apertam o play...

O blog The analgesicool conversou com 4 Disc jockeys, ou melhor com 4 djs sobre suas carreiras e alguns “desconcertos” relacionados a profissão:


DJ Joel Guglielmini: Gaúcho, Mora em Curitiba desde 2001, tem 25 anos e discoteca a menos de 2 anos... Pouco tempo mas suficiente para se destacar na cena eletrônica curitibana e ser indicado no AIMEC AWARDS 2008 na categoria de “Melhor DJ”. Já discotecou ao lado de grandes DJs : (Péricles (Bo$$ in Drama), Daniel Peixoto(Montage) Madame Mim (vj da mtv) Rodrigo Lopes, entre outros nomes).

Myspace

Vive la musique


DJ Tony Cezar Souza: 26 Anos, mora em vitoria da conquista, DJ a 10 anos( Se completa esse ano)Solteiro, Estudante de Direito, Comerciante, Produtor de eventos e Produtor Musical a 2 anos.

Myspace





DJ Buneka: 18 anos, mora no interior de SP e trabalha com Body piercing e fotografia








DJ Marcello Ox: tem 21 anos, mora em SP, residente na Snooze Club e a noite no Cabaret Club e é conhecido em todas as matinês alternativas de SP e ABC







- The analgesicool: A carreira de vocês como Disco Jockei começou com apresentações casuais dos discos da prateleira na festa de algum amigo?

- DJ Joel: Eu sempre gostei de gravar coletâneas com músicas para amigos, disso foi um pulo a gravar meus sets e começar a tocar. Me formei na Academia Internacional de Música Eletrônica de Curitiba e comecei tocando em festas de amigos.

- DJ Tony: Não! Eu sempre quis ser DJ muito antes de qualquer outra profissão, coloquei isso como objetivo e de certa forma estou conseguindo! mesmo numa região provinciana, consegui abrir e conquistar meu espaço mesmo sabendo que não seria fácil e seria muito criticado.

- DJ Ox: Na verdade foi numa matinê mesmo, na The Boy Club, um DJ ficou doente e por causa do meu gosto musical fui chamado para substituí-lo, mesmo não sabendo mexer em nada.

- DJ Buneka: Comecei a discotecar em festas de amigos, foi apenas por diversão. Simples e Foda!


- The analgesicool: Devido a varias mortes por overdose em festas de musica eletrônica os Djs e as raves ganharam associações as drogas. A mídia generaliza e passa uma imagem que na maioria das vezes é completamente contraria sobre os termos em questão.

O que pensam sobre isso?

- DJ Joel: Tudo que acontece no mundo serve de conteúdo para algo positivo ou não. Mas é útil e benéfico à intervenção de algum poder para que nada de ruim aconteça. Porém de modo mal elaborado, pode trazer uma imagem ruim à cena.

- DJ Tony : Assim, fica de certa forma inviável a produção de grande eventos de musica eletrônica, devido a mente estritamente fechada e bitolada a algo que sempre existiu e sempre vai existir seja qual for o segmento.

Eu penso que as pessoas que acreditam e que se manifestem, mostrem a realidade das festas que não são drogas, e sim um estilo de vida. Assim todos podem curtir, todos podem desfrutar, todos podem compartilhar sem discriminações, sem estereótipos formados por pessoas que não sabem se quer o que estão ouvindo e opinando. Na realidade isso é o que realmente me incomoda!


- The analgesicool: Alguns dizem que Djs simplesmente simulam fazer coisas difíceis quando na verdade só apertam o play

o que pensam sobre isso?

- DJ Tony: Acredito que quem fala isso não sabe de certa forma Nem o dia de seu próprio aniversário, Claro que com algumas exceções como pessoas que se entitulam Djs apenas para aparecer e acabam queimando nosso trabalho e toda a cena. É o que chamo de emergentes ou paraquedistas. Mas em fim... problemas existem em todas as áreas!

Tocar pra mim é uma arte, uma dádiva que se mistura com o carisma, com a força de vontade e com o amor...

- DJ Joel: Eu sei bem como é isso, comecei a tocar direto de um pc e mesmo usando controlador, fone e mixer.. Havia quem falasse que eu não estava fazendo nada. Mas eu sempre prefiro acreditar que tudo está sendo feito na hora, mesmo lendo e vendo em sites: uns tocando e mesmo girando os knobs nada mudava ou até outros tocando com equipamentos sem cabos.

Mesmo assim acredito que tocar é a parte mais divertida de toda história.

- DJ Ox: ah.. as pessoas são as pessoas. Eu não ligo pra opiniões alheias!


- The analgesicool: atualmente DJs tem o mesmo valor que um musico?

- Dj Joel: Sim e não. Eu acho que tudo é música, seja uma nota musical ou uma música inteira. Não há o que dizer que um músico possui muito mais experiência e conhecimento de alguém que "apenas" discoteca. Cada um tem um estilo e uma forma de expressar sentimentos. São coisas complementares.


- The analgesicool: No quesito criação e composição musical onde vocês estão situados?Apenas manipulam as picapes ou possuem projetos que incluem produções musicais, assim criando uma identidade?

- DJ Tony: No quesito produção, estou produzindo algumas musicas a 2 anos, sempre coloco uma ou duas musicas em meus sets dependendo de onde e pra quem vou tocar...

mas meu projeto(live) ainda está em testes e que já dei uma amostra na ultima festa segmentada em que toquei(sunshine)

mas quero tocar ele de forma completa Quando surgir um publico X pra ouvi-lo o que não está próximo da nossa realidade. infelizmente.

- DJ Joel: Eu estou aprendendo algumas coisas com amigos meus que já produzem como a DJ Jô Mistinguett, formatando o cérebro para pensar no que eu realmente acho que deveria fazer. Tenho menos pressa do que de deveria. Quero começar logo com isso, Pois sei que isso toma uma dimensão absurda na vida.

Estou com um projeto chamado “Vive La Musique” que produzo com o DJ André Nego, Somos nós dois e o DJ Cacá Azevedo de residentes. Sempre procurando fazer noites onde o objetivo é a diversão. Faremos uma edição dia 11/JULHO no Circus Bar com 18 DJS. 9 duplas a cada 45 min. Quero só ver!!!

- DJ Ox: Devido a falta de tempo ultimamente eu não me dedico mais as criações e só discoteco.


- The analgesicool:

Já aconteceu com algum de vocês alguma situação inesperada em alguma festa?

Atingindo por latinhas de cervejas quem sabe![risos]

- Dj Joel:[risos] Latinhas não! Mas toquei em uma festa psy e iria fechar a pista com electrorock. Mas... misturei muitas coisas e aquilo não era exatamente o que eles queriam ouvir. Mesmo não estarem odiando, metade da rave não sabia se dançava ou não[a música certa na hora errada não se comunica com ninguém, Conseguir agradar todo mundo é uma tarefa realmente difícil. Por isso é preciso acreditar e gostar do que se faz] Ou algumas vezes que o pc resolvia atualizar o sistema ou baterem na tomada e o controlador travar junto com a música.

- Dj Tony: Já sim! a policia já chegou invadindo e simplesmente queria mandar parar o som, mas como não tinha mandado.. Não parei.

- DJ buneka: Não graças a Deus!! Por enquanto não tive essa cena ruim e espero nunca ter. As boates que toquei sempre fui surpreendida pelo publico, Sempre acontece de pessoas chegarem ao meu lado carinhosamente me elogiando[é muito bom, um momento que só quem ta ali sente o quanto é gostoso de ver a galera curtindo o seu som e se “acabando”!]

- Dj Ox: Uma matinê rival junção da Snooze com a Bubbaloo, Alguns caras insatisfeitos com a musica começarão a me xingar entre outros detalhes..


- The analgesicool:

Para terminar: Quais são os seus ídolos ? O que não pode faltar em seus sets? e além de música eletrônica o que vocês se permitem a escutar?

- Dj Tony: Gosto de selecionar até as ultimas musicas e ir em varias atmosferas em meus sets do minimal ao electro house...

Depende do momento:

Tipo você pode ouvir minhas musicas varias vezes, mas em sets completamente diferentes... gosto de sentir primeiro a vibe do momento em que vou tocar...

Embora minhas produções se enquadram no Progressive house, som que tenho pesquisado...: Gosto do psy, quero fazer um projeto de psy pra que eu possa tocar ano que vem... Mas quero ter sempre o Low bpm como prioridade.

Idolos tenho muitos...

O velho Michael, que se foi é um deles

Gosto de Chris Lake, Bsod, TocadiscO, me amarro em Armand Van Buren, John Acquaviva, Ramilson Maia(Conquistense).

- DJ Joel: Eu sou realmente bem eclético mas tenho algumas preferidas, gosto de músicas que signifiquem algo ou marquem algum momento. Meu contato com a música eletrônica começou com um vídeo clipes do Les Rythmes Digitales numa madrugada vendo MTV e depois do cd Radio Caroline da Miss Kittin, comecei a ver a música de forma diferente. Ouvia inteiro sempre no celular indo ou voltando de ônibus.Mas acho que sempre tem que ter alguma coisa diferente que tenha um toque próprio e a identidade de quem está tocando, sempre tento colocar alguma track do Depeche Mode, sejam versões refeitas ou pedaços das originais. Minha inspiração é determinada pelos fatores diárias. Se vejo um filme e ouço uma música, vou numa festa e escuto um set de algum SUPER DJ ou vou na feirinha do Largo e ouço o “Plá” cantando. Tudo isso acaba influenciando no que eu vou querer ouvir em sequência e por consequência vai formatando o meu gosto musical.

Mas mesmo tocando música eletrônica eu ouço de tudo desde Mundo Livre S.A. até Millencolin e de Bidê ou Balde a She Wants Revenge. E vejo a música como algo infinito. Cada dia pede de uma determinada trilha sonora, até aquelas de dor de cotovelos que ninguém gosta mas que todo mundo conhece. Por isso que eu acredito que música é sempre sentimento.

- Dj ox: Sim! Me permito ir alem do eletrônico, Meu gosto musical é Pop vai de Daft Punk a Amy Winehouse. Disso da pra ter uma idéia de como são meus sets!

E meu ídolo é o Austin Power

- Dj buneka: Me inspiro bastante na Katy Perry e na Lady Gaga e sempre escuto rock antigo como Bee gees e Queen.

The analgesicool: Agradeço a todos, por arranjarem um tempo para conversar com o blog, Adorei conhecê-los![completamente educados e simpáticos]
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Postado por The analgesicool On 18:58 0 comentários
Hoje em dia parece normal casais nas telas inclinando a cabeça encostando uns nos outros

afim de juntar os lábios para fazer movimentos ritmados e se entregar a sensação de um doce ou ardente beijo.

Muitas vezes os protagonistas das cena afirmam que não passa de um “beijo técnico” Já quem está do outro lado da tela ver flores brotando do chão, passarinhos cantarolando ao redor , coraçãozinhos voando ou até mesmo o chão “queimando em chamas” em muitas cenas. Mas... nem tudo são flores para os beijoqueiros de plantão:


O primeiro beijo do cinema filmado em 1896 foi considerado repugnante para os espectadores da época: a beijoca sem língua dos atores May Irwin e John Rice causou um escândalo, o filme foi boicotado porque agredia os padrões da época que prezavam pela moral e bons costumes.


Os cineastas não se intimidaram e ousaram ainda mais; prova disso foi o beijo completamente sensual[pré-sexo] de Burt Lancaster e Deborah Kerr deitados na areia de uma praia no filme “A um passo da eterninadade “.

Atualmente os repugnantes beijos tomaram conta dos desenhos animados, de todos os filmes e telenovelas. Abaixo uma lista com os beijos mais famosos das telas:







1. O beijo clássico de Clark Gable e Vivien Leigh em "O Vento levou":













2. Patrick Swayze e Sam Wheat em Ghost do outro lado da vida (1990):












3. O beijo do príncipe na Branca de Neve (1937):














4. Jack Twist e Ennis del Mar em “O Segredo de Brokeback Mountain”( 2005)












5.Rose DeWitt Bukater e Jack Dawson em Tatanic (1997)















6. A Dama e o Vagabundo (1955):
















7. Peter Parker e Mary Jane Watson em Homem-Aranha (2002):















Excessão:
8. O "apresentador" Marcos Chiesa e um tribunfun no programa pânico na TV(2009):
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Postado por The analgesicool On 18:58 0 comentários
Tempos atrás ela encantava a sonoridade das rádios, dançava na TV, brilhava em filmes e nos mais consagrados palcos teatrais do mundo. Com todo os seus borogodós, balangandãs e bereguendes.. "aki ou aculá" a portuguesa hollywoodiana se fez na batucada brasileira e casou com o tropicalismo colocando o mesmo na cabeça.

Lá estava a salada de frutas contracenando com o glamour do seu brilho (seja ele natural ou emprestado) e sua boca vermelha que cantarolava como um passarinho apaixonado por ter conhecido o vento.
Não! não é uma doida varrida que roubou frutas em alguma quitanda e saiu carregando as mesmas numa trouxa na cabeça. Eu falo de Maria Do Carmo Miranda De Cunha a voz que se esconde no Tique-Taque do Meu Coração e no Chica-Chica-Bum-Chic.

E O que é que a Carmen Miranda teiiiiiiiiiiiiiiiiiim(6)?

Carmen Miranda foi a estrela de toda uma época, uma das figuras mais aclamadas nacionalmente, eternizou-se e atravessou décadas, foi a percussora do movimento cultural tropicalista, suas musicas possuem um encanto doce e traz a boca um gosto de infância e um efeito hipnótico.
Carmen era dependente de barbitúricos, sua dependência foi causada pelo seu uso freqüente para dar conta de sua agenda exagerada. Estava no auge de sua carreira, chegou a receber o maior salário que já foi pago a uma mulher no Estados Unidos.
O auge de sua carreira foi ao chão numa noite que ela cantava para alguns amigos que tinha recebido em sua casa após uma apresentação de um número de dança em um programa televisivo. Depois de um dia ativo entrou no seu quarto, ascendeu um cigarro, trocou suas roupas, retirou a maquiagem caminhou até sua cama; um ataque cardíaco lhe derrubou morta sobre o chão, eternizando seu estilo eclético, sua originalidade e excentricidade mais acima de tudo seu sorriso cinematográfico.
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Postado por The analgesicool On 18:58 0 comentários










Diferente da maioria das garotas de 16 anos atuais que não perdem um capítulo de malhação, escutam coletâneas de novelas e sonham em montar uma banda de hardcore ou emo. Maria Luiza de Arruda Botelho Pereira de Magalhães... Prefere a companhia de Johnny Cash, Bob Dylan e dos Beatles. Nas suas entrevistas a menina sempre fala da influência dos seus pais em relação a música e das suas caçadas insaciáveis a “LPs” na casa da avó.

Sua história todos já conhecem![foi mais que rebatida pela mídia]:

“No seu aniversário de 15 anos pediu para seus pais e avós para receber o presente em dinheiro, com o dinheiro gravou algumas músicas e as colocou no myspace Brasil”.

Este é o “start” para que vários adolescentes migrassem para um visual campestre e sempre acompanhado por algum violão emprestado e auto intitulassem de folk.

Também foi o “start” para as inquietações das más línguas e de todos que se agradaram com sua voz “doce” e seu jeito tímido digno de uma mocinha de telenovelas.
















As más línguas criticam impiedosamente sem levar em conta que Mallu é apenas uma adolescente de 16 anos e não tem o amadurecimento preciso que só tempo vai lhe proporcionar. Mas a pouca idade não a impede de mostrar o seu talento: compõem suas próprias musicas que na maioria das vezes são em inglês, toca banjo, gaita,violão, escaleta e esta aprendendo piano. Do outro lado da moeda temos mais equívocos, admiradores que ousam dizer que Mallu é a reencarnação do bob Dylan, um gênio da musica ou menina prodígio.

Esquecendo de colocar o termo futuramente em algumas dessas afirmações, enquanto outras de tão absurdas não deveria ser pensadas muito menos expostas.

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